Saúde feminina: nutrientes que fazem diferença em cada fase da vida

  • 23/09/2026
(Foto: Reprodução)
A saúde feminina acompanha diferentes fases ao longo da vida, e cada uma delas traz mudanças, necessidades e cuidados próprios. Adolescência, idade fértil, gestação, pós-parto, climatério e menopausa não são períodos isolados: fazem parte de uma trajetória na qual alimentação, atividade física, acompanhamento de saúde e hábitos cotidianos podem contribuir para a qualidade de vida. Quando falamos em nutrição, também não existe uma lista única de vitaminas e minerais que todas as mulheres precisam consumir em forma de suplemento. As necessidades nutricionais variam conforme a idade, alimentação, condições de saúde, fase da vida e outras características individuais. O Ministério da Saúde destaca que o cuidado com a saúde da mulher deve ser integral e acompanhar todas as fases da vida, incluindo saúde ginecológica, saúde materna, dignidade menstrual, climatério e menopausa, saúde mental e prevenção de doenças. Nesse contexto, olhar para a nutrição também é essencial. As necessidades do organismo podem mudar ao longo da vida, e nem sempre é simples atingir todos os nutrientes importantes apenas por meio da alimentação. É justamente aí que a suplementação com Maltta Nutrition pode se tornar uma grande aliada, oferecendo uma forma prática de complementar a rotina e contribuir para o fornecimento de vitaminas, minerais e outros nutrientes de acordo com as necessidades de cada fase. Por que as necessidades nutricionais mudam ao longo da vida? O corpo feminino passa por diferentes transformações ao longo da vida. Na adolescência, por exemplo, existe uma fase de crescimento e desenvolvimento. Na idade reprodutiva, a menstruação passa a fazer parte da rotina de muitas mulheres. Durante a gestação e a amamentação, existem necessidades específicas relacionadas à saúde materna e ao desenvolvimento do bebê. Mais tarde, a transição para a menopausa traz novas mudanças, inclusive relacionadas à saúde óssea. A Fiocruz destaca justamente essa perspectiva: infância, adolescência, fase adulta e o período após os 60 anos possuem suas próprias particularidades, e uma alimentação equilibrada, variada e preventiva é importante em todas essas etapas. Isso significa que não faz sentido pensar em “um suplemento para a mulher” de maneira genérica. O que merece atenção aos 20 anos pode não ser a mesma coisa aos 50 ou aos 70. Adolescência e idade fértil: o ferro merece atenção Magnific. Divulgação. Da adolescência à idade fértil, o ferro é um dos nutrientes que merece atenção especial na saúde feminina. Durante a adolescência, as necessidades do organismo acompanham o crescimento e o desenvolvimento. Mais tarde, na idade fértil, as perdas menstruais também podem aumentar a demanda por esse mineral. O Ministério da Saúde aponta a anemia por deficiência de ferro como um importante problema nutricional no Brasil, especialmente entre mulheres em idade fértil. Por isso, o ferro aparece como um nutriente relevante nessa primeira etapa da trajetória feminina, e conhecer seu papel ajuda a entender por que ele pode fazer parte de uma rotina de cuidado nutricional. O ferro contribui para a formação das células vermelhas do sangue e para o transporte de oxigênio pelo organismo, além de auxiliar no metabolismo energético e no funcionamento do sistema imune. Um nutriente, diferentes momentos A atenção ao ferro não termina na adolescência. Ela acompanha diferentes momentos da vida feminina, especialmente durante os anos em que a mulher menstrua. É justamente essa perspectiva que torna importante olhar para a suplementação não apenas como algo pontual, mas como uma ferramenta que pode acompanhar diferentes necessidades nutricionais ao longo da vida. E quando existe o desejo de engravidar? Aqui a atenção aos nutrientes ganha uma importância ainda maior. O ácido fólico é um dos nutrientes que merece destaque para mulheres que planejam engravidar. O Ministério da Saúde informa que a suplementação de ácido fólico no período pré-concepcional e durante a gestação é importante para reduzir significativamente a chance de algumas anomalias congênitas, como os defeitos de fechamento do tubo neural. A Caderneta da Gestante do Ministério da Saúde orienta que o ácido fólico seja utilizado diariamente pelo menos 30 dias antes da data planejada para engravidar até a 12ª semana de gestação. Essa é uma situação em que não devemos tratar suplementação como uma escolha aleatória. É uma recomendação relacionada a um período específico da vida e deve seguir a orientação do pré-natal e das políticas de saúde vigentes. Por que o ácido fólico é tão importante? Entre as alegações autorizadas pela Anvisa para o ácido fólico está que ele auxilia na formação do tubo neural do feto durante a gravidez. A Agência também reconhece funções relacionadas à síntese de aminoácidos, divisão celular, sistema imune, metabolismo da homocisteína e formação das células vermelhas do sangue. Gestação: quando o acompanhamento nutricional se torna ainda mais importante Prostooleh. Magnific/Divulgação. A gestação é uma fase em que as necessidades nutricionais precisam ser acompanhadas de perto. Além do ácido fólico e do ferro, o cálcio ganhou uma atenção específica nas políticas atuais do Ministério da Saúde. Desde 2025, o Ministério da Saúde estabeleceu a suplementação universal de cálcio para gestantes na Atenção Primária à Saúde, como estratégia para reduzir o risco de pré-eclâmpsia. A recomendação prevê início a partir da 12ª semana de gestação até o parto, conforme o protocolo do SUS. A recomendação faz parte do cuidado pré-natal e está inserida em uma estratégia de saúde pública. A suplementação de micronutrientes deve acontecer junto à promoção de uma alimentação adequada e saudável, priorizando alimentos in natura e minimamente processados. Portanto, durante a gestação: Alimentação adequada + pré-natal + suplementação indicada = cuidado integrado. Pós-parto e amamentação: o cuidado continua O nascimento do bebê não encerra a atenção nutricional. O pós-parto também é uma fase de mudanças importantes na rotina e na alimentação da mulher. O Ministério da Saúde mantém o Programa Nacional de Suplementação de Ferro com estratégias específicas para mulheres no pós-parto e/ou pós-aborto. As condutas devem seguir o programa vigente e a orientação da equipe de saúde. Nesse período, a alimentação também continua sendo uma parte importante do cuidado. A recomendação não é buscar uma dieta perfeita, mas construir uma alimentação possível, variada e adequada à realidade da mulher. Afinal, cuidar da própria alimentação também faz parte do cuidado no período em que a mulher está se adaptando a uma nova rotina. Dos 30 aos 40: a fase de prevenção Depois dos períodos de crescimento e reprodução, pode surgir a sensação de que “agora está tudo estabilizado”. Mas a saúde não funciona assim. A fase adulta é justamente uma oportunidade para consolidar hábitos que acompanham a vida toda. É recomendado uma abordagem integral da saúde da mulher, incluindo prevenção, promoção da saúde, saúde ginecológica, saúde mental e acompanhamento ao longo das diferentes fases da vida. Nesse período, é importante prestar atenção à qualidade da alimentação. Uma rotina alimentar variada deve incluir Frutas: diferentes cores e variedades. Verduras e legumes: presentes com frequência nas refeições. Leguminosas como: feijão, lentilha e grão-de-bico. Cereais e outros alimentos minimamente processados: dentro das preferências e necessidades individuais. Fontes de proteínas: variadas e adequadas à rotina. Fontes de gordura: priorizando opções de boa qualidade. Essa variedade contribui para ampliar a oferta de nutrientes. E as vitaminas do complexo B? As vitaminas do complexo B aparecem em diferentes processos do organismo e podem fazer parte de uma alimentação equilibrada. Elas contribuem para diversas funções importantes do organismo, como: Metabolismo energético, auxiliando na transformação dos nutrientes em energia; Funcionamento do sistema nervoso; Formação das células vermelhas do sangue; Funcionamento do sistema imunológico; Metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras; Processo de divisão celular; Metabolismo da homocisteína; Síntese de proteínas e aminoácidos. A partir dos 40: por que começar a olhar para a saúde óssea? Com o avanço da idade, a saúde óssea passa a merecer atenção cada vez maior. E esse cuidado não precisa começar apenas quando a mulher chega à menopausa. O cálcio é um dos nutrientes diretamente relacionados aos ossos. A Anvisa reconhece a alegação de que o cálcio auxilia na formação de ossos e dentes. A vitamina D também aparece nessa conversa. O manual do Ministério da Saúde sobre transição menopausal e menopausa destaca a importância de fontes alimentares de cálcio e magnésio e aponta alimentos como leite e derivados, vegetais verde-escuros, feijões, grão-de-bico, castanhas e sementes como opções de fontes de cálcio. O documento também cita peixes e ovos entre as fontes alimentares de vitamina D. A suplementação de cálcio e vitamina D pode ser recomendada, em especial nesta faixa etária após avaliação clínica. Climatério e menopausa: uma nova fase de atenção Gerado por IA - ChatGPT. Divulgação. A menopausa faz parte das diferentes fases da vida da mulher e merece ser encarada como uma fase de cuidado, não apenas como um conjunto de sintomas. Nesse momento, alimentação, atividade física e outros hábitos passam a ter papel importante no cuidado. Depois dos 60: alimentação continua sendo cuidado A partir dos 60 anos, as necessidades do organismo mudam e o cuidado com a saúde ganha novas prioridades. A atenção à mobilidade, à saúde cognitiva e à manutenção da autonomia passa a ter ainda mais importância, assim como a consciência de que cuidar do corpo ao longo do tempo pode fazer diferença na qualidade de vida. Nessa fase, olhar para a própria saúde também significa valorizar o bem-estar, a autoestima e os cuidados estéticos. Afinal, quais nutrientes merecem atenção na saúde feminina? Cada fase da vida feminina traz mudanças e necessidades diferentes. Por isso, alguns nutrientes podem ganhar maior importância ao longo dessa trajetória. Ferro Merece atenção especialmente entre mulheres em idade fértil e gestantes, grupos destacados pelo Ministério da Saúde em relação à anemia por deficiência de ferro. Ácido fólico Tem importância especial para mulheres que planejam engravidar e durante a gestação, com recomendações específicas do Ministério da Saúde. Cálcio É importante para a saúde óssea e tem papel especialmente relevante nas estratégias de cuidado durante a gestação. Vitamina D A vitamina D é importante em todas as fases da vida, pois auxilia na formação e manutenção de ossos e dentes, na absorção de cálcio e fósforo e no funcionamento do sistema imune. Durante a transição menopausal e a menopausa, ela merece atenção especial devido às mudanças hormonais que podem impactar a saúde óssea. Magnésio O magnésio auxilia em diversas funções importantes do organismo, contribuindo para a formação de ossos e dentes, o metabolismo energético, o metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras, o equilíbrio dos eletrólitos, além do funcionamento muscular e neuromuscular e do processo de divisão celular. Vitaminas e minerais em geral Vitaminas e Minerais são importantes em todas as fases da vida e são essenciais para o bom funcionamento do organismo. Estão presentes nos alimentos e podem ser suplementados em casos em que a alimentação não esteja suprindo as necessidades individuais. E onde a suplementação pode entrar na saúde feminina? Essa talvez seja a pergunta mais importante. A resposta é: algumas mulheres podem se beneficiar da suplementação quando existe uma necessidade nutricional específica ou uma indicação relacionada à fase da vida em que se encontram. Suplementos alimentares têm a finalidade de complementar a alimentação e que a necessidade de uso deve ser avaliada considerando fatores como saúde, qualidade da alimentação e atividade física. Existem situações em que a suplementação faz parte de políticas públicas específicas, como acontece com ferro e ácido fólico no cuidado de gestantes e com o cálcio na gestação, conforme as recomendações atuais do Ministério da Saúde. Como a Maltta Nutrition pode fazer parte dessa rotina? A saúde feminina muda ao longo da vida e sua rotina de cuidados também pode acompanhar essas mudanças. Conheça a Maltta Nutrition e encontre opções de suplementação para complementar sua alimentação e fazer parte da sua rotina de cuidados, sempre respeitando suas necessidades individuais. Os produtos da linha Maltta podem fornecer nutrientes como cálcio, vitamina D, vitaminas do complexo B, vitamina C, ácido fólico e magnésio e possuem apresentações práticas que facilitam o uso. Saúde feminina não cabe em uma única fórmula Da adolescência à maturidade, o corpo feminino passa por diferentes fases — e cada uma delas merece atenção. Na adolescência, construir bons hábitos alimentares ajuda a estabelecer uma relação mais saudável com a alimentação. Na idade fértil, o ferro merece atenção especial, principalmente diante do risco de anemia por deficiência de ferro. No planejamento de uma gestação, o ácido fólico assume um papel importante. Durante a gestação, ferro, ácido fólico e cálcio fazem parte das estratégias específicas de cuidado estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Na transição para a menopausa, a atenção à saúde óssea, à alimentação e à atividade física ganha ainda mais espaço. O mais importante é entender que não existe uma única receita para a saúde feminina. Existe acompanhamento. Existe prevenção. Existe alimentação. Existe movimento. Existe cuidado. E, quando necessário, existe suplementação. Sempre como parte de uma estratégia maior. Cuide de cada fase da sua história A saúde feminina muda ao longo da vida e sua rotina de cuidados também pode acompanhar essas mudanças. Conheça a Maltta Nutrition e encontre opções de suplementação para complementar sua alimentação e fazer parte da sua rotina de cuidados, sempre respeitando suas necessidades individuais.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/maltta-nutrition/noticia/2026/09/23/saude-feminina-nutrientes-que-fazem-diferenca-em-cada-fase-da-vida.ghtml


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