Ideb: Rio Branco fica em 2ª lugar entre capitais do país nos anos iniciais do ensino fundamental

  • 06/08/2026
(Foto: Reprodução)
Veja quais estados se destacaram no Ideb do ensino médio, divulgado essa semana A rede pública municipal de Rio Branco teve o segundo melhor resultado entre as capitais do país no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental nos anos iniciais (1º ao 5º ano), divulgado nessa quarta-feira (5), com pontuação de 6,8 em 2025. Com o índice, a capital acreana ficou atrás apenas de Teresina e Curitiba, ambas empatadas na primeira colocação com 6,9. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp O resultado é calculado a partir dos dados de aprovação escolar e médias de desempenho obtidas no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Em Rio Branco, houve aumento em relação ao dado anterior, de 2023, que havia ficado em 6,4. Capital acreana teve segundo melhor desempenho das capitais no ensino fundamental anos iniciais Secom/Rio Branco Com a pontuação obtida no ano passado, a capital do Acre teve o melhor índice em 20 anos, saindo de 4,1 em 2005. A marca inclui ainda as pontuações médias alcançadas no Saeb 2025 de: Matemática - 244,69 Língua portuguesa - 231,44 LEIA MAIS Ideb do ensino médio avança pouco e não bate meta, mesmo com ‘truque’ de redes estaduais para inflar índice; veja exemplos Ideb da rede pública melhora nos anos iniciais do ensino fundamental, mas desacelera nas outras etapas; veja a evolução do índice por estado Acre perde posição em ranking de competitividade, mas lidera Ideb na região Norte Ambas as disciplinas tiveram melhoria em relação à edição de 2023. A nível regional, Rio Branco teve a melhor pontuação do Norte, à frente de Manaus, que ficou com 6,4. Ideb 2025 das capitais do Norte O que compõe o Ideb? O índice cruza duas informações e apresenta resultados em uma escala que vai de 1 a 10: taxa de aprovação/fluxo escolar (a porcentagem de alunos que não repetiram de ano); notas do Saeb, uma prova de português e de matemática feita por alunos do 2º, 5º e 9º ano do ensino fundamental e por estudantes do 3º ano do ensino médio. Especialistas brasileiros e internacionais defendem que a reprovação, quando ocorre de maneira indiscriminada, aumenta consideravelmente o risco de o adolescente abandonar a escola. É mais efetivo, por exemplo, implementar sistemas de recuperação de aprendizagem, para que o jovem possa progredir sem lacunas nos conhecimentos. Em resumo, não basta passar o aluno de ano: é preciso garantir que ele esteja aprendendo. Melhores evoluções No cenário geral, há casos de redes que mostraram um avanço real: o Rio Grande do Sul, que saltou de 3,9 para 4,7 no Ideb, apesar de também ter mudado as regras de aprovação, registrou ganhos consistentes na proficiência dos alunos em matemática (de 273,70 para 282,88) e em português (de 281,07 para 291,94). O mesmo ocorreu com o Piauí, onde o crescimento no Saeb foi um dos mais significativos, suficiente para elevar o estado ao segundo maior Ideb do país nesta etapa. As redes de Alagoas e de Minas Gerais também se destacaram por uma recuperação mais consistente tanto no fluxo quanto nas notas do Saeb. O Paraná, que já apresentava bons números em 2023, continua como líder nacional, reforça a ONG Todos Pela Educação. "O estado do Paraná é um grande destaque por conseguir o maior Ideb entre as redes públicas de todas as etapas. Observando apenas o indicador de aprendizagem [Saeb], o estado também tem o melhor resultado", afirma a análise da instituição. Estados com maiores retrocessos no Saeb Alguns estados (além do DF) registraram queda em suas médias no Saeb, com destaque para reduções em Língua Portuguesa: Amapá: Teve o recuo mais acentuado na média geral, caindo de 254,36 para 253,39 em matemática e de 264,77 para 261,24 em português. Rio de Janeiro: Apresentou retrocesso em ambas as áreas, com a nota de português descendo de 258,09 para 254,76 e a de matemática de 252,19 para 251,53, como já mencionado acima. Distrito Federal: Registrou queda em matemática (de 262,61 para 260,63) e em português (de 268,94 para 268,17). Foi o único ente federativo com redução no Ideb (- 0,1). Rondônia: Também apresentou declínio, com matemática passando de 264,91 para 263,64 e português de 268,64 para 268,23. VÍDEOS: g1

FONTE: https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2026/08/06/ideb-rio-branco-fica-em-2a-lugar-entre-capitais-do-pais-nos-anos-iniciais-do-ensino-fundamental.ghtml


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