Grito dos Excluídos faz defesa de moradia e valorização dos direitos das mulheres no Acre
07/09/2026
(Foto: Reprodução) Grito dos Excluídos faz defesa de moradia e direitos das mulheres no Acre
O 32º Grito dos Excluídos e das Excluídas marcou presença durante os preparativos para o desfile cívico-militar de 7 de setembro no Centro de Rio Branco, nesta segunda-feira. Este ano, o protesto defendeu o direito à moradia e a valorização dos direitos das mulheres.
Ao todo, 80 grupos entre associações e sindicatos se mobilizaram no ato, como Pastoral do Imigrante, Movimento das Mulheres Negras e outros.
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Grito dos Excluídos reúne movimentos sociais na Praça da Revolução, em Rio Branco
Walace Gomes/g1
Neste ano, o grupo não entrou na rua onde ocorre o desfile, e manteve os cartazes e faixas na Praça da Revolução.
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Aurinete Brasil, da Pastoral do Imigrante, ressalta que o objetivo do ato é denunciar as estruturas opressoras e excludentes no país e em todo o mundo e a busca pela paz, contra injustiças cometidas pelo sistema capitalista e imperialista.
"'Aqui também são reunidas todas as pessoas de bem que queiram levantar a sua voz, a sua vez, num momento democrático. O 7 de setembro é nosso, então, nós viemos para cá com esse propósito, são mais de 40 movimentos, associações que estão representadas também no âmbito do Grito dos Excluídos e das Excluídas", destaca.
Grito dos Excluídos e Excluídas
O Grito dos Excluídos surgiu no Brasil em 1994. A primeira edição ocorreu em setembro de 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade daquele ano. Em 1999, a manifestação rompeu fronteiras e estendeu-se para as Américas.
Trata-se de uma manifestação popular de força social, que defende a dignidade do povo, denuncia a violência institucional e cobra das autoridades a responsabilidade social.
Os manifestantes ocupam espaços públicos para exigir do estado acesso a direitos básicos e constrói ações organizadas politicamente a fim de fortalecer e mobilizar o povo a lutar por um projeto de sociedade mais igualitária, justa e fraterna.
VÍDEOS: g1